Quem somos

missao e visao

 Por que criamos a SOECAL?                             

A Sociedade Ecológica Cavaleiros do Alto Santana – SOECAL – foi fundada no ano de 1996. É pioneira como manifestação da sociedade civil organizada sem fins lucrativos registrada em Miguel Pereira-RJ.

Sua criação foi inicialmente motivada pela preocupação de sitiantes da localidade de Vera Cruz, distrito rural de Miguel Pereira, com o Rio Santana. Este rio, antes com águas puras e belas quedas naturais, passava a apresentar sérios indícios de poluição e diminuição acentuada em seu volume.

Como atuamos?

Estimulamos o interesse pelas causas ecológicas nas comunidades locais através de ações educativas, preservacionistas e autossustentáveis. Desenvolvemos projetos para conter atos predatórios contra a fauna, a flora e quaisquer outras práticas danosas promovendo assim, a integração do homem ao meio ambiente.

O que desejamos?

Proteger e ampliar o que ainda resta da Mata Atlântica na região e arredores principalmente, com ações em defesa do Rio Santana e da sua microbacia.

Integrar de forma sustentável a comunidade com o bioma onde reside e trabalha, na manutenção do trinômio: produção – equilíbrio – proteção.

Por que esta causa é importante?

O Rio Santana fornece água para mais de 10 milhões de habitantes!

O Rio Santana é o maior contribuinte natural do Rio Guandu em território Fluminense, abastecendo o município de Miguel Pereira (e seu entorno) e complementarmente, através do Sistema Guandu, a Cidade do Rio de Janeiro, Região Metropolitana e Baixada Fluminense: água para mais de 10 milhões de habitantes!

O Rio Guandu é formado por um braço do Rio Paraíba do Sul, a partir da Cidade de Piraí no RJ, onde fica a Represa de Ribeirão das Lajes. Além da geração de energia elétrica, mantém a regularidade na vazão do rio Guandu para o Sistema de Tratamento da CEDAE, situado em Seropédica RJ.

As cidades ribeirinhas do Vale do Paraíba, a partir de São Paulo, despejam cerca de um bilhão de litros/dia de esgotos e efluentes no Rio Paraíba do Sul, com origem em indústrias e sanitários não tratados. Em decorrência do crescimento desta carga poluidora, o Sistema de Tratamento do Guandu fica seriamente ameaçado.

Breve, não haverá mais condições de tratamento destas águas pelos meios disponíveis no Sistema de Tratamento do Guandu e o abastecimento para a Cidade do Rio de Janeiro, Região Metropolitana e Baixada Fluminense pode ser inviabilizado.

Do Império Brasileiro recebemos lições sobre a importância da preservação dos mananciais hídricos para o abastecimento da Cidade do Rio de Janeiro. A restauração e replantio da Floresta da Tijuca – a maior floresta urbana do mundo, solucionou a permanente carência no abastecimento, nos meses de estiagem. Este exemplo tem sido inspiração e objetivo permanente dos projetos e trabalhos por nós desenvolvidos na região.

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